2 maio, 2019

José Roberto Tadros recebe título de cidadão paraibano

Luiz Alberto Amorim, Cabo Gilbero Silva,Bosco Carneiro, José Roberto Tadros, Joã

Crédito: Divulgação

Luiz Alberto Amorim, Cabo Gilbero Silva,Bosco Carneiro, José Roberto Tadros, João Gonçalves e Marconi Medeiros

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, recebeu o título de cidadão paraibano em sessão solene na Assembleia Legislativa da Paraíba, realizada em 2 de maio de 2019. A concessão do título foi proposta pelo deputado estadual João Gonçalves (Podemos).

Participaram da solenidade o presidente da Fecomércio-PB, Marconi Medeiros, o deputado Bosco Carneiro (PSB-PB), que presidiu a sessão solene, o deputado Cabo Gilberto Silva (PSL) e o diretor técnico do Sebrae-PB, Luiz Alberto Amorim.

Tadros, que é descendente de paraibanos, agradeceu a honraria e lembrou a trajetória de sua família, cujos patronos desembarcaram de Portugal na Paraíba. “Nada mais importante para o nosso sentimento do que, depois de quase uma centúria de anos, um descendente de paraibano adquirir, pela generosidade do povo paraibano, representado pelos senhores, também o direito de exercer a cidadania paraibana”, enfatizou.

Em seu discurso, defendeu as entidades do Sistema CNC-Sesc-Senac, destacando que os recursos das entidades são de origem privada e que o desconhecimento leva à difusão de informações inverídicas. “Nós vamos continuar olhando e fazendo investimentos em todo o Brasil, não obstante as agressões que temos sofrido de pessoas que desconhecem o nosso Sistema. E, por desconhecerem, é que saem com agressões infundadas, despidas de qualquer veracidade”, disse.

Tadros lembrou que o Sesc e o Senac são constantemente fiscalizados, o que não condiz com a geração de qualquer tipo de suposição. “O Sistema é fiscalizado em todos os níveis, seja no estadual, com conselho fiscal estadual, seja em nível nacional, com o Conselho Fiscal nacional – que é composto por sete membros, dos quais quatro são indicados pelo governo federal – e ainda por auditorias permanentes, da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Se instituições como estas têm caixa-preta, pobre do nosso Brasil, então. Porque têm outras atividades em que não existe tanta fiscalização quanto a nossa”.

O presidente da CNC completou ainda que a missão do Sistema é a preocupação com quem mais precisa. “Estamos envolvidos em um sacerdócio, que é minimizar as deficiências de um Brasil que se preocupou muito pouco com a população carente”, afirmou José Roberto Tadros.

 

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